quarta-feira, 31 de julho de 2013

Como vencer esta guerra

Muitos jovens se lançam nas drogas para tentar fugir de problemas com os pais e buscar aceitação social, mas há uma saída definitiva para esse problema





A bandeira da luta contra as drogas tem sido levantada há décadas. Seja para a prevenção, o tratamento do dependente ou a reeducação. No entanto, apesar de tudo, das campanhas e dos apelos, muitas famílias têm perdido a batalha, os filhos, os pais, as mães, os parentes, algum amigo.
A morte precoce do ator canadense Cory Monteith ilustra bem essa perda e chocou os fãs no mundo todo. Ele só tinha 31 anos, uma carreira estabilizada e era sucesso absoluto como protagonista da série musical Glee, um fenômeno da emissora Fox.
Uma mistura letal de heroína e álcool acabou com os sonhos dele em um quarto de hotel, em Vancouver, no Canadá, no último dia 13 de Julho.
Cory tinha um histórico de envolvimento com drogas, lutava há anos contra esse grande mal. Usuário desde os 13 anos, só buscou ajuda aos 19, fato revelado à revista ‘Parade’, em 2011.
Tentativas
No mês de abril passado, Cory ficou aproximadamente um mês internado em uma clínica de reabilitação.
Conforme relatou, tudo começou com a separação dos pais. Ele tinha apenas 7 anos e o pai foi embora de vez, só o reencontrando 17 anos depois.
Desde então, começou a ter dificuldades de aprendizado; passou por 12 escolas diferentes devido ao comportamento rebelde.
Chegou a roubar para sustentar o vício insano, disse à revista. Mas ele reconhecia sua pequenez, sabia que precisava mudar, mas, infelizmente, não soube como: “Eu não estava bem comigo mesmo!”, disse.


Foram 18 anos de intimidade com as drogas e pouco mais de 12 tentando se afastar delas. Uma briga diária, uma luta constante, mas de nada adiantou, tudo o que fez foi em vão.
Cory perdeu para elas, que por sua vez levaram a vida dele. Ele era namorado da atriz Lea Michele, a Rachel Berry, sua parceira na série e na vida real, que ficou arrasada.
A luta por aqui
De acordo com informações do Ministério da Saúde, cerca de 22% dos brasileiros acima de 18 anos já usaram drogas psicoativas além do álcool e do cigarro alguma vez na vida. Segundo o texto, entre os estudantes, o uso frequente de drogas (20 ou mais doses por mês) é de 3,6%. A maconha é a mais usada entre as drogas ilícitas.
Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a “Retratos da Escola 2”, hoje, a incidência de consumo e de tráfico, ocasionais ou constantes, atingem 32% e 21,7% das escolas do país, respectivamente.

As principais razões apontadas, segundo pesquisa do Ibope no Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Campo Grande são as seguintes: fugir de problemas com os pais, buscar a aceitação social, experimentar novas sensações, se sentir menos tímido, contestar as regras da sociedade, escapar de pensamentos ruins, entre outros.
Vidas que não são escolhidas por classe social. Elas têm sido levadas por este grande mal que a cada dia faz novas vítimas, muitas vezes fatais.
Atinge o jovem, o rico, o pobre, o artista, o personagem preferido da tevê, como o ocorrido com Cory.
Também atingia a vida da jovem Camila Santos, de 24 anos, (foto abaixo), mas ela se salvou a tempo, e o Força Jovem Universal (FJU), foi o trampolim para a sua transformação e a vitória contra as drogas.
Ela é prova viva de que quando o mal sai da vida de uma pessoa e a presença de Deus passa a fazer morada no lugar dele, tudo se faz novo.
Obviamente, todo tratamento é válido, a desintoxicação é comprovadamente eficaz, entretanto, é preciso muito mais que uma internação ou força de vontade.
Pai apoiava o uso
A intervenção precisa ser mais profunda, porque a verdadeira mudança só acontece quando há uma limpeza interior e intensa.
Exatamente como aconteceu com a jovem Camila. Ela diz que  desde muita nova conheceu as drogas e, tal como Cory, encontrou dificuldades para se livrar delas.
"Comecei a usar aos 11 anos por influência familiar, pois meu pai também era usuário. Iniciei com a bebida, depois fui para o cigarro e a maconha, mas, por curiosidade, passei a usar outros tipos de drogas como cocaína, lança perfume, benzina, entre outras. Devido ao consumo, meu pai foi chamado à escola e, para a surpresa de muitos, ele me apoiou e permitiu que eu continuasse usando, desde que o fizesse em casa", lembra.
Se alimentava de drogas
Camila conta que, por causa das drogas, ela não conseguia se alimentar e acabou desenvolvendo anorexia e depressão. "Eu sentia um grande vazio e tentei o suicídio por mais de 30 vezes. Para piorar, em 2006, conheci o crack. Meu consumo passou a ficar sem limites e cheguei a fumar 12 pedras de crack em um mesmo dia. Eu me alimentava de drogas", revela.
Em fevereiro de 2011, o sofrimento de Camila estava prestes a terminar. Depois de recusar tantos convites para participar das reuniões da Universal, aceitou ir um dia. Ela se apegou aos ensinamentos recebidos e decidiu abandonar os vícios, afinal, eles só lhe fizeram mal.
Bonita, saudável e feliz, hoje Camila é uma jovem completamente diferente de tempos atrás.
"Eu fui liberta e, um mês depois, recebi o Espírito Santo. Hoje, sou feliz, faço parte do projeto ‘Dose Mais Forte’, do FJU e agora ajudo quem se encontra na mesma situação que um dia eu estive", testemunha.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Caso raro é denominado como eproctophilia.


Jovem de 22 anos diz sentir excitação por flatulência

Um homem de 22 anos chamado Brad relatou sentir excitação por pessoas através da flatulência delas. O caso exótico é chamado por um psicólogo britânico que estuda o assunto de “eproctophilia”.

O rapaz diz que "não é atraída por flatulência por si só, mas pela pessoa que a libera". Brad, que tem licenciatura em artes plásticas, explica que a primeira vez que percebeu o sentimento foi quando uma garota da qual gostava na escola passou e trouxe consigo o cheiro.

"Eu sabia pela biologia simples que as meninas peidam, mas notar que a menina que eu tinha bajulado era capaz de tal coisa despertou um interesse estranho em mim," disse ele. Ele testou pela primeira vez o seu fetiche bizarro aos 16 anos. Brad disse ainda que tanto o som quanto o cheiro o atraem.



Leia mais em: http://www.techmestre.com/jovem-de-22-anos-diz-sentir-excitacao-por-flatulencia.html#ixzz2aTnxWNEo

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Fim dos Tempos: exterminadores do futuro próximo

Especialista da ONU divulga relatório em que afirma que a produção de robôs assassinos é algo real e mais avançado do que se imagina




 


O escritor de ficção científica Isaac Asimov, russo naturalizado norte-americano, listou em 1942 as chamadas Leis da Robótica em seu livro “Eu, Robô” (que foi adaptado para o cinema, com Will Smith no papel principal):
    1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
    2ª Lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a 1ª Lei.
    3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a 1ª e/ou a 2ª Lei.

Veja também:

  • Senhas vivas do Apocalipse
  • O progresso tecnológico e a "marca da besta"Claro que Asimov, um dos maiores escritores de todos os tempos em seu ramo, imaginava seres dotados de inteligência artificial muito além da que existe hoje em dia. Baseava-se na lógica de que a máquina obedeceria a tais diretrizes só por elas estarem programadas em sua mente artificial, sem questionamentos. Só que os robôs de hoje, longe da imagem de humanoides com pensamento autônomo, são pouco mais que máquinas controladas à distância, como pequenos tanques, aviões e submarinos que ajudam em trabalhos como desarmamento de bombas, exploração de naufrágios e observação (assim como bombardeios) pelo ar, sem falar nos já conhecidos robôs industriais, grandes e precisos “braços” mecanizados.
Hoje, estamos acostumados a ver nos noticiários e filmes os pequenos robôs desarmadores de bombas (foto acima) e até com artilharia própria usados pela polícia e forças armadas. Só que isso não é tão novo. Na Segunda Guerra Mundial, forças aliadas chegaram a capturar pequenos tanques de controle remoto para artilharia e demolição, dos exércitos alemão e soviético (como os pequenos demolidores Golias, na foto abaixo, obtidos por soldados ingleses em 1944 na Normandia).
Há testes com máquinas cuja forma chega perto da de um ser humano, mas são apenas protótipos.
Robôs poderão matar humanos
Então os robôs atuais não são capazes de tomar decisões? Não são mais do que meras ferramentas radiocontroladas? Isso, pelo menos, é o que muita gente pensa. Só que um analista independente da Organização das Nações Unidas (ONU), o especialista em direitos humanos Christoph Heyns, divulgou recentemente um relatório de alerta sobre os riscos de novos robôs com autonomia de “julgamento”, que podem “tomar decisões” e usar de ações letais – por isso mesmo, chamados “robôs autônomos letais” (LAR, na sigla em inglês).
Heyns pede uma “freada” nas pesquisas que tornarão possível “um mundo em que máquinas recebam o poder de matar humanos”. Segundo ele, “com a aceleração do ritmo em que ocorrem guerras, os homens agora são o elo fraco do arsenal militar, aos poucos afastados do processo de tomadas de decisões”. O especialista afirma que alguns países têm desenvolvido máquinas com autonomia cada vez maior. “A humanidade não deve delegar questões de vida e morte a máquinas.”
Essa, aliás, é a premissa de uma famosa série cinematográfica: “O Exterminador do Futuro” (fotos no alto da página e abaixo), que alçou ao estrelato o ator austríaco Arnold Schwarzenegger justamente no papel de uma dessas máquinas autônomas, um robô que volta ao passado para exterminar um humano que seria peça-chave em uma rebelião contra as máquinas no futuro – que, devido ao alto grau de desenvolvimento de sua inteligência artificial, concluíram que não precisavam mais dos seres humanos e, pior, que estes seriam um problema e deveriam ser exterminados. É um quadro mais avançado do que Heyns luta para impedir (ou retardar) já no começo, na vida real.
Alguns acreditam que o debate gerado por Heyns pode dar origem a um tratado internacional que proíba a produção de robôs assassinos autônomos – o que muitos acreditam já existir. No entanto, sabemos que pesquisas sobre armas como essas e a produção das mesmas passam bem longe do controle oficial, secretamente – assim como armas químicas e biológicas, e mesmo as simples e absurdas minas terrestres, proibidas pelo Tratado de Ottawa em 1997, assinado por 157 países (que, aliás, não tem como signatários 38 deles, como os Estados Unidos e a China).
Asimov foi muito bem intencionado, mas a grande verdade é que os “exterminadores do futuro” próximo e real não estão “nem aí” para suas Leis da Robótica.
Apocalipse
Em Apocalipse, um dos aspectos negativos citados é o afastamento entre o homem e Deus. O homem, por se achar autossuficiente e não crer nos preceitos dEle, não se prepara para a volta de Cristo e para a Vida Eterna ao lado do Senhor Jesus. É interessante notar que o homem pode se achar independente de Deus, mas a cada dia depende mais da tecnologia e, com ela, pode estar construindo seus próprios algozes e assassinos.

domingo, 28 de julho de 2013

Aplique toda a sua força em agradar Àquele que verdadeiramente é capaz de suprir as necessidades do corpo, da alma e do espírito




Clara e Helena estavam ansiosas. Aguardavam havia meses por aquele dia e ele finalmente chegara. Mal podiam esperar a hora da festa.
Faltava pouco. Os convidados já começavam a chegar ao salão.
Ainda em casa, elas faziam os últimos retoques no visual. Cabelo, maquiagem, vestido - tudo tinha que estar impecável; afinal de contas, todos os olhares estariam voltados para elas - as aniversariantes.
Tudo aquilo parecia uma imensa fantasia.  Desde criança, as gêmeas desejavam uma festa de aniversário, mas as condições financeiras dos pais não permitiam. O que ganhavam mal dava para o sustento da família. Contudo, nunca deixaram faltar nada para as filhas.
Quando as amigas contavam sobre suas festas de debutante e os presentes lindos que ganhavam, elas se entristeciam, pois nunca tinham nada para contar. Quando eram questionadas sobre o assunto, inventavam festas e presentes que nunca existiram. Era a maneira que encontravam de não se sentirem excluídas.
Por isso aquela festa de 15 anos significava muito para elas. Era mais que a realização de um sonho, era uma autoafirmação.  Não só para Clara e Helena, mas para os pais também, que sempre quiseram proporcionar essa alegria às filhas.
Durante meses economizaram, cortaram gastos, apertaram um pouco ali, um pouco aqui até conseguirem juntar o valor necessário para fazer uma festa com tudo o que elas tinham direito. 

Clara e Helena pareciam duas princesas. Os pais ficaram com os olhos marejados, tamanha a emoção em ver o brilho nos olhos de suas meninas.
Pais e filhas então se dirigiram para o local onde seria o baile de debutante. Todos estavam emocionados. 
Tudo estava conforme o esperado - a decoração, os doces, as lembrancinhas, as músicas... As amigas! Ah, elas estavam todas lá! Finalmente Clara e Helena não precisariam inventar uma festa para elas. Dessa vez, era de verdade. E que festa!
Elas estavam extasiadas.  Queriam que aquele momento durasse para sempre. Nunca haviam experimentado aquela sensação antes. De serem admiradas, elogiadas, paparicadas. Sentiam-se como se estivessem num conto de fadas.  Verdadeiras cinderelas.
Entretanto, como no conto de fadas em que a magia se desfez tão logo os relógios marcaram meia-noite, assim também todo aquele encanto criado em torno do baile de debutantes de Clara e Helena acabou tão logo a última música parou de tocar. O baile havia chegado ao fim.

E no dia seguinte, a vida delas continuaria tal qual era antes do baile. Nada havia mudado.
Elas continuavam com as mesmas limitações, as mesmas dificuldades. O baile não fora - e nem poderia ser - capaz de mudar a condição social, emocional e, muito menos, espiritual de cada uma delas. O máximo que ele pôde oferecer foi uma breve sensação de bem-estar e aparente felicidade.
Para refletir:
Onde você tem colocado as suas forças?
Muitos têm aplicado todo seu esforço em sonhos e projetos que servirão apenas para satisfazer o ego, quando deveriam aplicá-lo em agradar Àquele que verdadeiramente é capaz de suprir as necessidades do corpo, da alma e do espírito.
Além dessas coisas, tudo é ilusório e correr atrás do vento.
"Tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma, pois eu me alegrava com todas as minhas fadigas, e isso era recompensa de todas elas. Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol. (...)Porque, como na multidão dos sonhos há vaidade, assim também, nas muitas palavras; tu, porém, teme a Deus." Eclesiastes 2.10-11; 5.7

sábado, 27 de julho de 2013

"Meu Deus, me dá um marido?"

Antes de pedir algo, é bom saber o que, como e a parte que nos cabe







Bem apessoada, bem-sucedida, honesta, fiel ao dízimo, além de outras qualidades. Aquela mulher, moradora de uma grande cidade, estava solteira. Como é comum, via as amigas com seus maridos, suas vidas afetivas em dia. Era natural que também sentisse vontade do mesmo.
Porém, não entendia o porquê de isso ainda não ter acontecido.
Até onde sabia, não criara bloqueios a novos relacionamentos. Não evitava contatos. Conhecia homens interessantes e de bem. Vestia-se de acordo com o que se espera de uma mulher de Deus, de forma discreta e nada de vulgaridade.
"Meu Deus, por que não me dá um marido?"
A seu ver, não pedia nada demais. Era um pedido até razoável.
Um dia, ficou sentada depois da reunião na igreja no mesmo lugar. Notando-a em silêncio, cabisbaixa, no meio do salão já vazio, o pastor se aproximou. Ouviu-a com atenção. Deixou que falasse o quanto quisesse. Até a pergunta final. "Por que, pastor, Deus não me consegue um marido?"
O pastor riu.
- Puxa, pastor! Eu me abro, confio, e o senhor ri de mim?
- Não é isso - disse entre risos. É de como você falou...
- Ainda não entendi - falou, meio contrariada.
- Você conhece aquela passagem de Tiago 1:3? - E abriu a Bíblia para mostrar à moça.
"...pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres."

Novamente o pastor deixou-a falar enquanto quisesse. Só depois continuou seu raciocínio:
Mal o pastor fechou a boca e a Bíblia, a mulher já começou a argumentar:. Que não pedia nada só pensando em prazer. Que não pedia nada extraordinário. Que sua intenção não era nada ruim...
- De forma alguma eu ou a Bíblia dissemos que você só está pensando em prazer. Só usei o versículo para você entender algumas coisas. Primeiro: você reparou bem em como me disse que fez o pedido a Deus?
- Ué... Pedi um marido...
- Sim. Foi por isso mesmo que eu ri naquela hora. Parou para pensar que Deus não lhe dará um marido?
- Hã? Mas... Por que não?
- Porque marido é um homem já compromissado com uma mulher. Deus não vai tirar dela para dar a você. Experimentou pedir um namorado? Aí sim, vocês se conhecem mais, ficam noivos...
Ambos começaram a rir.
- Mas, pastor, também não está escrito na Bíblia que Ele já sabe do que preciso antes mesmo de eu o pedir (Mateus 6:8)?
- Sim. Saber do que você precisa Ele sabe mesmo. Mas... Ele também sabe se está pronta ou não.
- Puxa vida...
- É. Esses dois versículos têm mais conteúdo do que pensamos. Primeiro, a questão de como pedir, que você parece ter entendido. Depois, Deus sabe do que precisa, mas será que você sabe? E sabe, também, o que tem de estar pronto em você para que receba o que pediu? Pedir um namorado é uma coisa. Saber como ser uma namorada é a outra questão! Ser uma esposa também. Compreender o outro, conceder, abrir mão de algo, não abrir mão de outras coisas, aceitar, ter os pés no chão... O que fazer, o que não fazer... O compromisso com Deus antes da união com outra pessoa... O compromisso com você mesma... São tantas questões! E temos na Universal várias fontes de aprendizado, todas baseadas na Bíblia. Há livros como "A Mulher V", "40 Segredos que toda solteira deveria saber"... E uma série de iniciativas, como a Terapia do Amor e The Love School. Você, por acaso, já se informou sobre essas opções?
- Na verdade, não... Estava ocupada me achando inteligente, bem-sucedida e pronta... E não sabia nem mesmo como pedir... Não dava nem para o começo...
- Ninguém está 100% pronto. Isso, e muito mais, é algo que se aprende no dia a dia. Só quem vive verdadeiramente em Deus aprende de fato. Só a partir daí as coisas começam a andar de verdade.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Eu te informo: Que ganhei um presente há 33 anos.


Há 33 anos a atrás, eu não conhecia o Senhor Jesus mais ele foi tão bom comigo, que ele me deu um presente que foi a minha esposa Creusa Vilhena.
Depois de dois anos eu tive  oportunidade de conhece-lo,  ele me deu outro presente a minha  SALVAÇÃO.
Mais um ano ele me chamou junto com a minha esposa e me deu outro presente e falou este presente e para os dois faça a minha obra.
Meus amigos todo momento eu e minha esposa recebemos presentes do Senhor Jesus mais sabe qual é o segredo é a nossa ALIANÇA que fizemos com ele.










EU TE INFORMO QUE; VIOLÊNCIA NAS BALADAS:FATALIDADE COMO OUTRA QUALQUER OU ESTIMULADA PELO AMBIENTE?



 
Estatísticas levantadas pela Polícia Militar de praticamente todos os estados brasileiros mostram que, nos finais de semana, os óbitos entre jovens de 18 a 24 anos aumentam 1321%. De acordo com o governo de São Paulo, a combinação álcool e direção tem sido a principal responsável pelos números. O Estado reconhece também que, mesmo depois de a Lei Seca ter entrado em vigor, as mortes no trânsito da Capital, nos três primeiros meses de 2009, atingiu praticamente os mesmos índices verificados nos mesmo período do ano passado, quando a lei ainda não havia entrado em vigor. Para as autoridades, a distribuição desigual da fiscalização no território Nacional tem prejudicado o desempenho do Estado. Na capital paulista, por exemplo, houve queda de quase 1% das mortes provocadas por motoristas embriagados. No entanto, as regiões de Piracicaba, Sorocaba e São José do Rio Preto apresentaram altas significativas nas estatísticas, o que prejudicou a média de todo o Estado, que, no geral, reduziu 7,3% as mortes no trânsito. De forma geral, no interior de São Paulo, mesmo depois da Lei Seca as mortes no trânsito aumentaram, em média, 20% e, mais uma vez, quase 72% das ocorrências aconteceram aos finais de semana e envolveram jovens de menos de 25 anos. Como confirmam as estatísticas, uma noitada em uma casa noturna qualquer parece não ser uma simples forma de diversão e lazer, essencial à saúde física e mental de todos. Elas são bem mais do que isso. Soam como pretexto. São raros os casos em que um jovem procura, numa balada, diversão e entretenimento, ou alguém legal para conhecer. Ao que tudo indica, as baladas viraram uma espécie de comemoração moderna ao deus Baco. Lá, sob o pretexto da distração e do lazer, muitas vezes o alvo é o consumo de drogas pesadas e de álcool, além da busca por sexo sem compromisso. Tudo sem limitações e aborrecimentos, seja por parte da família ou até mesmo da legislação.