sábado, 12 de setembro de 2020

Quais destes maus hábitos você tem praticado?

 

Quais destes maus hábitos você tem praticado?

10 atitudes que podem estar sabotando o seu desenvolvimento profissional





Numa de suas palestras, o bispo Jadson Santos, responsável pelo Congresso Financeiro, enumerou algumas manias que impedem muitos de vencer profissionalmente. Coisas que, segundo ele, somente um amigo verdadeiro teria coragem de falar.
Saiba quais são essas manias e identifique em que você tem falhado:
Mania de bondade - Existem pessoas que querem ser boas demais e acabam se prejudicando.  Vivem enroladas por culpa dos outros, devido a essa mania de bondade. Você tem de aprender a falar NÃO.
Brincar demais – O trabalho não é lugar de brincadeiras, de fazer piadas. Tem hora e lugar para tudo.  No trabalho você deve agir com seriedade, do contrário, não terá a credibilidade e o respeito dos colegas, do seu gestor ou dos seus subordinados.
Ociosidade – Há pessoas que têm o péssimo hábito de fazer “corpo mole” no trabalho. Não cumprem com as suas responsabilidades e ainda atrapalham outros funcionários que querem cumprir as deles. O bom profissional não deixa para amanhã aquilo que pode e deve ser resolvido hoje.
Irresponsabilidade - Muitos têm a mania de pegar algo emprestado e não devolver, ou devolver apenas quando são cobrados. E quando devolvem, devolvem quebrado, por exemplo. Isso sem contar aqueles que não devolvem e ainda emprestam para terceiros aquilo que não é deles. Seja responsável. Quando pedir algo emprestado, devolva em perfeito estado e sem que seja necessário a pessoa que emprestou cobrar.
Fofocas – Não fale da vida alheia. Não se deve falar da vida dos outros em nenhum momento, quanto mais no local de trabalho. Esqueça o que os outros estão fazendo, foque em você. Invista o seu tempo no seu crescimento pessoal e profissional. “Cuide de sua vida e vá em frente”, aconselha o bispo.

Espaçosa demais – É uma pessoa inconveniente, que não sabe se colocar no seu devido lugar. Interrompe a conversa dos outros, entra onde não foi convidada, mexe na mesa dos outros. Enfim, não tem educação.
Fala alto – Todos notam quando uma pessoa assim chega. É possível ouvir a voz dela de longe. Todos ouvem suas conversas, simplesmente porque ela fala alto demais. Treine sua voz. Fale num tom baixo e agradável. Discrição é indispensável àqueles que almejam vencer na vida.
Má aparência – Uma boa apresentação é fundamental para quem deseja ser bem-sucedido em qualquer área da vida. O mau hálito, por exemplo, é um problema sério. Às vezes, a pessoa não percebe, mas os outros sentem e é desagradável. Por isso, você precisa se cuidar, investir na sua aparência.
Apresentação – Todos nós já ouvimos aquela frase: “A primeira impressão é a que fica.” Imagine então aquela pessoa que vai fazer uma entrevista de emprego e entrega um currículo todo amassado? Ou vai a uma reunião de trabalho com a roupa toda amarrotada e suja? Qual impressão ela vai deixar? De uma pessoa relaxada, desinteressada e descompromissada, claro.  O currículo dela certamente terá como destino o lixo.
Falta de profissionalismo – Um atendimento de qualidade é o melhor cartão de visita da sua empresa.  Ainda que a empresa seja na sua residência, aja como se ela estivesse localizada no principal ponto comercial do bairro. Seja profissional.  Se você não tem uma linha telefônica exclusiva para a empresa, quando o telefone tocar, atenda identificando a empresa, e com um “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite”. Isso, certamente dará credibilidade ao seu negócio e fará a diferença na hora de alguém contratar seus serviços ou comprar o seu produto. Agora, imagine o seu filho atendendo: “Alooô!”; “Peraí!”; “Mãeeeeê!” Na melhor das hipóteses, seu cliente vai achar que ligou errado e desligará o telefone. E você poderá ter perdido uma ótima oportunidade de negócio.






Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.
Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.


E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.
No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.



terça-feira, 8 de setembro de 2020

Estressadas

 Estressadas



Por Fernando Gazaneo fernando.gazaneo@folhauniversal.com.br Mulheres têm duas vezes mais chances de sofrerem de estresse do que os homens, independente de classes sociais ou faixa etária, afirma a psicóloga Lucia Novaes, autora de um dos artigos do livro “Sentimentos que Causam Stress – Como lidar com eles” e presidente da Associação Brasileira de Stress. As hipóteses para explicar este fenômeno variam desde os aspectos hormonais até a maneira com que a mulher é educada para viver em sociedade. “Uma das explicações está no fato de elas desempenharem dupla jornada de trabalho, exercendo sua profissão durante o dia e depois cuidando da casa”, pontua a especialista. A forma como a mulher lida com uma situação estressante também é uma das hipóteses. “De maneira geral, os homens são mais práticos e objetivos para resolver determinadas situações”, afirma Lucia. Nos adultos, os sintomas do estresse podem ser tanto físicos quanto emocionais. Segundo ela, o estresse começa a aparecer com uma respiração ofegante e diarreia, até evoluir para dificuldades de memorização, taquicardia, depressão e síndrome do pânico. “A fase de exaustão (terceira das quatro fases do estresse), que é marcada pela dificuldade de concentração, exaustão e pelo agravamento de doenças pré-existentes, costuma ser irreversível se a pessoa não procurar ajuda médica e psicológica”, explica Lucia. Ao mesmo tempo em que casos de estresse se tornam cada vez mais frequentes, as pessoas estão mais alertas aos sintomas e costumam procuram ajuda. Segundo ela, a dificuldade de lidar com as frustrações no trabalho ou em questões familiares e sociais é uma das principais causas do estresse em adultos. A especialista ainda afirma que alguns profissionais estão mais propensos ao estresse, como jornalistas, juízes do trabalho e policiais. O quadro de estresse, contudo, também pode se desenvolver em crianças. O problema é que o comportamento agressivo e irritadiço, típico do estresse nesta faixa etária, é geralmente confundido como “birra”. “O estresse nas crianças pode se desencadear a partir de situações de desestruturação familiar, de uma exigência desmedida de pais para que os filhos sejam competitivos e bons em tudo e de uma rotina com excesso de atividades”, afirma a especialista. Como uma maneira de prevenir o estresse, Lucia Novaes aponta técnicas de relaxamento e exercícios de respiração acompanhados de atividades físicas, além da adoção de uma alimentação rica em nutrientes como cálcio, ferro, magnésio e vitaminas B e C.



São mães com filhos internados na Fundação Casa, viciados em drogas e tráfico, muitas delas estão com os seus maridos no presídio. problemas financeiros, doenças. Em fim são pessoas sofridas e humilhadas pela sociedade este é o perfil destas mães que os voluntários da UNIVERSAL cuidam todas as semana.

Neste último sábado os voluntários da UNIVERSAL se reuniram na entrada da Fundação Casa de Franco da Rocha e fizeram uma surpresa para estas mães, um almoço especial. antes delas entrarem para fazer a visita para os seu filho.

Houve testemunho de Robson de Freitas(PALESTRANTE) que era um drogado e assaltante, hoje é liberto e obreiro da UNIVERSAL


Amauri um ex-traficante(PALESTRANTE) também liberto e ele da graças a Deus que sua mãe lutou pela sua libertação em uma corrente na  UNIVERSAL. Amauri orientou as mães presentes que seguisse este exemplo.


Noel Fernandes obreiro do Brás ensinou também as famílias que não desista de lutar em oração em favor de seus filhos

O pastor Geraldo Vilhena falou para as mães que o maior problema dos jovens internos da Fundação Casa é espiritual. E a saída para estes jovens é uma verdadeira libertação e em seguida um encontro com o Senhor Jesus.Após estas palavras ele junto com os voluntários da UNIVERSAL fizeram um oração de libertação.





Depois da oração a mesa estava pronta e esperando as famílias para um delicioso almoço.





As voluntárias(o) presentearam as mães com dezenas de exemplares do livro "Mães em oração", de Isis Regina. A doação foi feita pela UNIVERSAL.











Uma das mães pediu para o pastor Geraldo Vilhena, fazer uma oração pelo telefone em favor de sua filha que se encontrava com uma profunda DEPRESSÃO.

Voluntários da UNIVERSAL.