quarta-feira, 26 de agosto de 2020

DOENÇAS INEXPLICÁVEIS

 




APARENTE CONTRADIÇÃO: MEDICINA RECONHECE A EXISTÊNCIA DE CERCA DE 7 MIL DOENÇAS RARAS


NÚMERO É CRESCENTE, TODA SEMANA SURGEM OUTRAS CINCO ENFERMIDADES COMPLETAMENTE DESCONHECIDAS


Apesar de parecer contraditório, a medicina reconhece, atualmente, a existência de cerca de sete mil doenças raras, que são aquelas que afetam um pequeno número de pessoas, por comparação com a população em geral e ocorrem com pouca frequência ou raramente. Existem, ainda, variantes raras de doenças que acometem grande parte da população.


A definição de doença rara é, portanto, relativa, uma vez que depende do período de tempo e da região em que ocorrem. A adis, por exemplo, já foi considerada uma doença rara, mas, hoje em dia, não é mais. A lepra, por sua vez, é rara em França, mas bastante comum na África central.

APESAR DE RARAS, DOENÇAS ATINGEM MAIS DE 30 MILHÕES NA EUROPA
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) são conhecidas cerca de sete mil doenças raras, mas estima-se que o número seja bem maior e que afetem entre 6% e 8% da população, o que corresponde a 24 milhões e 36 milhões de pessoas apenas na União Europeia. Segundo os médicos, esse número está em crescimento, uma vez que são reportadas, na literatura média, em torno de cinco novas doenças por semana.
SÍNDROME DO HOMEM-LOBO, A DOENÇA MAIS RARA DO MUNDO
Em todo o planeta, foram documentados apenas 40 casos da "síndrome do homem-lobo" desde que a doença foi descoberta. A incidência natural (sem contar os casos em famílias) fica entre 1 acometido para cada 10 bilhões de habitantes, o que a torna a doença mais rara que se conhece.

As pessoas que padecem desse mal ficam cobertas por longos fios de cabelos por todo o corpo, exceto nas palmas das mãos e dos pés. O comprimento das penugens pode chegar a 25 centímetros. A causa é completamente desconhecida.











































































FELICIDADE NA TARDE DE SÁBADO Na unidade da Fundação Casa Raposo Tavares UI-27 houve uma grande festa para comemoração dos Dia das Mães organizada pelos voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus e Pr. Geraldo Vilhena. Na ocasião as mães dos internos tiveram direito a serviços de cabeleireiros, manicures, maquiagem. Foram distribuídos bíblias e diplomas para todas mães aumentando assim a felicidade do momento. Houve uma palestra sobre violência, trazendo informações importantíssima para o convívio da população e sua segurança.A cantora Joyce esteve presente com suas canções que com certeza agradou muito aos familiares, internos, coordenadores e funcionários desta unidade. Distribuimos também pipocas e sucos para todos e podemos ver que um pequeno gesto de amor e carinho pode transformar vidas. 

O homem da Idade da Pedra no mundo contemporâneo

 O homem da Idade da Pedra no mundo contemporâneo

Entenda por que existe tanta violência e saiba como livrar-se dela



Incomodado com o outro, que havia acabado de aparecer por ali, ele olhou ameaçadoramente. Embora houvesse espaço na praia suficiente para todos, o primeiro a chegar se considerava o dono do território.
Já o novato, que acreditava ter mais direito de mandar no espaço, talvez por ser mais forte, talvez por querer muito estar ali, não abriu da briga. Vendo-se em igualdade de condições, partiu para cima do ameaçador sem ver que junto a ele outros se agrupavam. Todos ali recolheram pedras, paus e até pedaços de ossos para usarem como armas. O resultado dessa briga foi a morte brutal do “invasor” e a predominância do grupo mais forte sobre o outro.
Esse é o relato de como os homens se comportavam na chamada “Idade da Pedra”. Atacavam, sozinhos ou em grupo, aqueles que ameaçavam, mesmo que ligeiramente, sua integridade física e moral. Centenas de milhares de anos depois, entretanto, a cena descrita ainda é corriqueira.
O que dizer sobre o adolescente de 16 anos de idade que foi perseguido e morto no dia 11 de maio a pedradas no Mato Grosso do Sul por um grupo de sete pessoas? Ele tentou fugir, mas o grupo, que contava inclusive com uma ciclista, o encurralou em um beco e arrancou a vida do garoto.Crime motivado por suposto abuso sexual a uma adolescente de 17 anos de idade.
O que se pode falar da garota de 13 anos que, no Paraná, também foi morta a pedradas, dessa vez por duas adolescentes de 15 e 18 anos, que a acusaram de se relacionar com o namorado de uma delas?
Embora o mundo tenha se ampliado e transformado em todo esse tempo, muitas pessoas ainda agem como se fossem animais selvagens. Esquecem-se da descoberta e da evolução do diálogo e se jogam em lutas corporais buscando extinguir o outro e pondo em risco a sua própria para provar pontos que nunca valem uma vida. Enquanto a Ciência avança, o comportamento regride, causando mais de 400 mil homicídios em um único ano.
Vingando-se do mundo
O alarmante número de 437 mil homicídios em um ano (2012) foi divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Mais assustador ainda é saber que 50.108 mil desses crimes foram cometidos no Brasil. As pessoas saem de casa sem saber se vão morrer. Alguns sem saber se vão matar.
Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas no final do ano passado revelou que cerca de 70% da população brasileira não acredita na polícia. Assim também é em relação à Justiça em geral. Dados preliminares de sondagem do Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (NUPPs), feito em março deste ano, mostram que 70,5% dos brasileiros não confiam nas leis e 76,3%, não confiam no Congresso.
A aparente impunidade não justifica o crime, mas explica em parte a agressividade da sociedade atual. A visível falta de justiça soma-se ao estresse do cotidiano, que é motivado desde o aumento no preço do tomate até a dificuldade em conseguir um bom emprego, passando por condições ruins de saúde, educação, mobilidade etc.
Muitas pessoas não conseguem lidar com toda essa pressão e, em algum momento, explodem. Não conseguir lidar com as emoções faz os homens agirem como agiam há milhares de anos. Na incapacidade de resolver civilizadamente, parte-se para a agressão física, que já funcionou com os antepassados.
Mudança de comportamento
Flávio Oliveira já foi uma dessas pessoas incontroláveis. Acreditava que socos e pontapés eram resposta para os problemas. E, para piorar a situação, a principal vítima dele era a própria esposa. Frequentemente ela era agredida, verbal e fisicamente. Certa vez, chegou a ser torturada com o ferro quente de passar roupas.
“Meu esposo era extremamente nervoso, ciumento, descontrolado. Ele não tinha limites”, conta a moça, que tantas vezes foi espancada.
Quando o Senhor Jesus evangelizou no Oriente Médio, há cerca de dois mil anos, trouxe ao mundo uma forma nova de lidar com o próximo. A ideia de perdoar as ofensas e ser humilde a ponto de reconhecer seus erros ganhou força.
“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra”, disse Ele. “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” (Mateus 5.5-7)
Infelizmente, nem todos conseguem seguir essas orientações. Os que seguem têm a paz e a obrigação de apresentar esse modo de vida a quem não o conhece. A mãe e a esposa de Flávio o levaram até a Universal, onde ele, com muita força de vontade, pôde mudar seu comportamento e se livrou de entrar para as estatísticas de homicídios.
“Eu estava jurado de morte. Minha libertação não foi fácil. Comecei a frequentar assiduamente as reuniões e participei de todos os propósitos. Foi quando descobri a força que havia dentro de mim. Deste dia para cá, me tornei outra pessoa”, afirma Flávio.
Certamente o caminho apresentado por Deus há tanto tempo ainda é o melhor. Como Ele garantiu: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”.  (Mateus 5.9)









Nesta peça retrata claramente a ação dos espíritos das trevas na vida das pessoas, quando ela se deixa dominar.
Pelos vícios , magoas ,cobiça, ambição. Esta pessoa fica pressa sendo dominada completamente pelo mal deixando a pessoa cega em todos os sentidos da sua vida. Mas quando ele lembra que existe JESUS CRISTO e procura força nele para ser liberto. Então JESUS CRISTO
Vem para nos curar, libertar e salvar. E pelo seu infinito amor e misericórdia nos resgatam totalmente das mãos do mal.














































Esta peça foi apresentada especialmente para as famílias dos internos da Fundação Casa de São Paulo.